sábado, 5 de Dezembro de 2009
quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009
quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009
2º avanço + beja + júlia
terça-feira, 1 de Dezembro de 2009
1º AVANÇO + BEJA + PAX

Beja teve foral dado por Afonso III em 1254, confirmado por D. Dinis em 1291.
D. Afonso III repovoou a vila e dotou-a com obras de defesa cuja construção se prolongou pelos reinados seguintes. A diocese de Beja, que durante o domínio sarraceno passara para Badajoz, só no reinado de D. José foi restaurada, sendo seu primeiro bispo D. Frei Manuel do Cenáculo. D. Afonso V criou o ducado de Beja a favor de seu irmão, o infante D. Fernando, e D. João II concedeu o mesmo título a seu primo D. Manuel, depois de rei. Desde o reinado de D. Manuel, foram duques de Beja os filhos segundos dos reis, até D. Pedro IV, que fez duque do Porto o filho segundo, e duque de Beja o filho terceiro.

D. Afonso III repovoou a vila e dotou-a com obras de defesa cuja construção se prolongou pelos reinados seguintes. A diocese de Beja, que durante o domínio sarraceno passara para Badajoz, só no reinado de D. José foi restaurada, sendo seu primeiro bispo D. Frei Manuel do Cenáculo. D. Afonso V criou o ducado de Beja a favor de seu irmão, o infante D. Fernando, e D. João II concedeu o mesmo título a seu primo D. Manuel, depois de rei. Desde o reinado de D. Manuel, foram duques de Beja os filhos segundos dos reis, até D. Pedro IV, que fez duque do Porto o filho segundo, e duque de Beja o filho terceiro.

segunda-feira, 30 de Novembro de 2009
domingo, 29 de Novembro de 2009
Dafne editora - Opúsculo: Arquitectura, escrita e voo
De Pedro Bismarck
Deixo-vos aqui um dos mais recentes opúsculos da Dafne editora: Le Décollage du ZYX24 - Arquitectura, escrita e voo. Um pequeno texto escrito a propósito de uma mesa-redonda (Manuel Mendes, Pedro Baia e Pedro Bismarck) que aconteceu na Fnac, em Maio, sobre arquitectura e escrita.
Até que ponto pode ser partilhada a construção de sentido que os arquitectos operam na sua disciplina?
Esta era uma das perguntas enunciadas no ciclo de conversas Arquitectura à letra que a Dafne organizou em Maio passado. Este opúsculo é um ensaio de resposta a essa pergunta.
Separando as águas da teoria e da crítica, Pedro Bismarck defende um espaço de criação poética que, partindo das matérias que constróem os edifícios, abre caminhos à superação da realidade. O real começa no imaginário e a escrita é um ponto de partida para a descoberta. A inversão da pergunta justifica-se, numa forma de devaneio literário: será que a escrita nos pode suspender sobre a realidade?
http://www.dafne.com.pt/
http://www.spacingzyx24.blogspot.com/
Deixo-vos aqui um dos mais recentes opúsculos da Dafne editora: Le Décollage du ZYX24 - Arquitectura, escrita e voo. Um pequeno texto escrito a propósito de uma mesa-redonda (Manuel Mendes, Pedro Baia e Pedro Bismarck) que aconteceu na Fnac, em Maio, sobre arquitectura e escrita.
Até que ponto pode ser partilhada a construção de sentido que os arquitectos operam na sua disciplina?
Esta era uma das perguntas enunciadas no ciclo de conversas Arquitectura à letra que a Dafne organizou em Maio passado. Este opúsculo é um ensaio de resposta a essa pergunta.
Separando as águas da teoria e da crítica, Pedro Bismarck defende um espaço de criação poética que, partindo das matérias que constróem os edifícios, abre caminhos à superação da realidade. O real começa no imaginário e a escrita é um ponto de partida para a descoberta. A inversão da pergunta justifica-se, numa forma de devaneio literário: será que a escrita nos pode suspender sobre a realidade?
http://www.dafne.com.pt/
http://www.spacingzyx24.blogspot.com/
sábado, 21 de Novembro de 2009
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